sexta-feira, 24 de novembro de 2017

10 - A divisão estadual após a Proclamação da República


Em 1889, com a Proclamação da República no Brasil, grandes mudanças ocorreram. A divisão do país em províncias foi substituída pela divisão em estados, em que cada estado teria a sua própria constituição, passando a ser administrado por governadores.
No Rio de Janeiro com a proclamação da República, logo ocorreram problemas políticos que foram, com o tempo, lhe retirando a grandeza e o destaque conseguidos durante o Império.
Após a aprovação da sua primeira Constituição Estadual, em 9 de abril de 1892, a capital foi transferida para a cidade de Petrópolis, devido às agitações que ocorreram durante o governo do Marechal Floriano Peixoto nas cidades do Rio de Janeiro e de Niterói, e também à Revolta da Armada, ocorrida naquela época.

Mapa Político dos Estados Brasileiros em 1889





Quase na metade do século XX, aconteceram algumas mudanças muito significativas na configuração dos estados brasileiros. Em 1943, o Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial, conflito que durou de 1939 a 1945 e envolveu praticamente todos os países do mundo.
O governo federal brasileiro decidiu, nesse período, desmembrar sete territórios para administrá-los diretamente. Esses territórios eram considerados estratégicos, pois se encontravam em pontos importantes nas fronteiras do país. Eram eles: Acre, Amapá, Rio Branco, Guaporé, Ponta Porã, Iguaçu e o arquipélago de Fernando de Noronha.

Mapa Político dos Estados Brasileiros em 1943





Terminada a Segunda Guerra Mundial, em 1945, cinco foram mantidos como territórios ligados diretamente ao governo federal: Acre, Amapá, Fernando de Noronha, Rio Branco (renomeado como Roraima) e Guaporé (batizado de Rondônia em homenagem ao Marechal Rondon, personagem que teve grande atuação no contato com os indígenas da região).
Ponta Porã e Iguaçu voltaram a fazer parte dos estados do Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina. O território de Fernando de Noronha somente foi incorporado ao estado de Pernambuco em 1988.
Acre, Rondônia, Roraima e Amapá se tornaram estados apenas entre 1962 e 1988. A maior parte das mudanças aconteceram com o objetivo de facilitar a administração, principalmente em razão das grandes dimensões territoriais.
O estado do Tocantins foi criado em 1988, no norte de Goiás, e é o mais novo estado brasileiro.

Mapa Político dos Estados Brasileiros Atual







       


       

       





   



   



   



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09 - A divisão estadual após a independência do Brasil





A divisão do território em capitanias hereditárias, como havia sido estabelecida no início da colonização portuguesa, foi substituída pela divisão em províncias a partir de 1822, quando foi proclamada a independência do Brasil.
Em 20 de outubro de 1823, D. Pedro I assinou uma Lei Imperial dando nova forma aos governos das províncias, criando para cada uma delas um Presidente e um Conselho. Por meio desta lei as Juntas Provisórias foram extintas.
Os governantes das províncias eram nomeados pelo imperador e recebiam o nome de presidentes de província.

Mapa da divisão estadual após a Independência do Brasil




A criação da província do Rio de Janeiro


A capitania do Rio de Janeiro, criada em 1565, passou a ser província do Rio de Janeiro, mas continuou em seus primeiros anos com pouca autonomia política, pois desde a transferência da corte portuguesa para o Brasil em 1808, a autonomia política a que os fluminenses aspiravam não foi alcançada da mesma forma que nas demais capitanias do Brasil, transformadas em províncias em 1821, já que ao "ministro do Reino", cargo que foi, praticamente, um substituto para o de vice-rei com relação ao Rio de Janeiro, era confiada toda a sua administração. Aliado a isso, estava o fato de que a cidade do Rio de Janeiro era a capital do império e da província, o que fazia com que o ministro administrasse estas por meio de "Avisos", os quais dirigia às Câmaras Municipais de cidades que, naquela época, cresciam a passos largos devido à ampliação e fortalecimento da lavoura cafeeira, que já sobrepujava a força da lavoura canavieira na região Norte Fluminense, principalmente após a década de 1830.
Estas diferenças com relação às demais unidades administrativas do império fizeram com que, em 12 de agosto de 1834, a Regência que governava o país, por meio de Ato Adicional à Constituição do Império, transformasse a cidade do Rio de Janeiro em Município Neutro, separado administrativamente da província, enquanto que esta passou a ter a mesma organização político-administrativa das demais províncias do país, só que agora com capital na Vila Real da Praia Grande, a qual, no ano seguinte, passou a se chamar Niterói, tendo, agora, autorização para organizar sua própria Assembleia Legislativa provincial.
Já a cidade do Rio de Janeiro passou a ter uma Câmara Municipal autônoma, que cuidaria da vida daquela cidade sem interferência de um presidente de província, apesar de permanecer aquele Município como primeiro distrito eleitoral da província fluminense, quando das votações para a Assembleia Geral, antecessora da atual Câmara dos Deputados, até 1891. Com a promulgação da primeira constituição brasileira, após a implantação da República, a província se transforma no estado do Rio de Janeiro, e o Município Neutro no Distrito Federal, separando, em definitivo, ambas unidades administrativas.
As fronteiras dessas províncias durante o período do Império no Brasil (1822-1889) não estavam totalmente definidas e, posteriormente, foram modificadas. O mesmo ocorreu em relação às fronteiras do Brasil com os países vizinhos

Município do Rio de Janeiro




Na imagem podemos observar a intensa ocupação das áreas que formam o município do Rio de Janeiro na atualidade.



       

       

       


       

       










   



   



   



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08 - História dos tratados de limites que estabeleceram as fronteiras do Brasil


Durante todo o período da colonização do Brasil pelos portugueses, a linha estabelecida pelo Tratado de Tordesilhas foi desconsiderada, principalmente por Portugal. A expansão da criação de gado e a busca por riquezas minerais, como o ouro, foram alguns dos motivos que provocaram o descumprimento do Tratado.
No início da colonização do Brasil, os primeiros núcleos de povoamento estavam dispersos pelo litoral brasileiro e visavam, principalmente, à extração do pau-brasil. Ainda no século XVI, iniciou-se o cultivo da cana-de-açúcar e, com isso, começaram a surgir várias cidades na região nordestina. Como a zona litorânea estava ocupada pela agricultura da cana-de-açúcar, a pecuária desenvolveu-se no interior nordestino, levando parte da população a se dedicar a uma agricultura de subsistência e ao cultivo de algodão e fumo.
A pecuária foi a primeira atividade a impulsionar a ida dos colonizadores para o interior do território. No Sul do Brasil foi também por meio da criação de gado que grande parte da região foi incorporada ao território brasileiro. Diversas expedições aconteceram em direção ao interior do Brasil, entre 1580 e 1730, buscando riquezas minerais e a captura ou extermínio de indígenas.
Em 1709, D. João V, rei de Portugal, criou a capitania de São Paulo e Minas do Ouro. A vila de São Paulo estava próxima das principais vias fluviais que serviam de eixo para o movimento dos colonizadores vindos do litoral em busca de índios e riquezas minerais. Muitas entradas e bandeiras partiam de São Paulo. Mais tarde, em 11 de julho de 1711, D. João V, por meio de uma Carta Régia, elevou a vila de São Paulo de Piratininga à categoria de cidade.
A ação dos bandeirantes, que entravam pelos sertões com o objetivo de encontrar índios para escravizar, e a atuação religiosa dos padres jesuítas, que também buscavam os índios na selva para convertê-los à fé cristã, colaborou para a invasão do território e com isso o Tratado de Tordesilhas foi ignorado e os portugueses ocuparam parte do território que cabia à Espanha, aumentando em muito o território brasileiro. Na segunda metade do século XVIII, Portugal e Espanha firmaram novos acordos sobre os limites de suas colônias americanas.
Nas linhas delimitadas pelo mais importante desses acordos, o Tratado de Madri, assinado em 1750, foi reconhecida a presença portuguesa na maioria dos territórios ocupados além da linha do Tratado de Tordesilhas.
No entanto, o Tratado de Santo Ildefonso, de 1777, retirou dos portugueses todos os direitos territoriais sobre a região do extremo sul do Brasil, o que mudou em 1801, com a assinatura do Tratado de Badajoz. Com ele os portugueses recuperaram a totalidade do atual estado do Rio Grande do Sul, sendo fixada a fronteira sul do Brasil.

Mapa dos tratados de limites que estabeleceram as fronteiras do Brasil entre 1494 a 1801






       


       

       


       


       






   



   



   



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07 - A história da configuração do território brasileiro


O Brasil é o país que possui a maior extensão territorial da América do Sul. Esse território começou a ser definido ainda no século 15, antes mesmo da chegada oficial dos portugueses na região que seria chamada Brasil, pois já havia uma disputa pelas terras do continente americano entre os europeus. Essa disputa acontecia principalmente entre Portugal e Espanha, que foram os dois primeiros países que se aventuraram pelos oceanos, conquistando novos territórios.
Portugal saiu na frente nesse empreendimento, promovendo várias expedições marítimas, sempre contornando a África. Contudo, foi Cristóvão Colombo, em nome da Espanha, que chegou à América em 1492. Esse foi um grande feito para a época, pois os europeus não sabiam da existência do continente americano.
Em um acordo entre Portugal e Espanha, foi estabelecido o Tratado de Tordesilhas, em 7 de julho de 1494. Por esse acordo, todas as terras descobertas no território americano seriam divididas entre portugueses e espanhóis. Para isso, foi traçada uma linha imaginária a 370 léguas das ilhas de Cabo Verde, situadas no Oceano Atlântico, próximas ao continente africano.
Todas as terras situadas a leste da linha seriam de Portugal e, as a oeste, seriam da Espanha.
Desse modo, antes mesmo de Pedro Álvares Cabral chegar ao Brasil, parte do território brasileiro já pertencia a Portugal devido ao Tratado de Tordesilhas.

Mapa do Tratado de Tordesilhas




Após a chegada dos portugueses ao Brasil, em 22 de abril de 1500, pela frota comandada por Pedro Álvares Cabral, foi enviado a primeira expedição exploradora, em 1501.
Essa expedição enviada ao Brasil por Portugal foi comandada por Gaspar de Lemos e percorreu os mesmos lugares visitados no ano anterior por Cabral e fez um levantamento exploratório e geográfico do litoral daquelas terras, fato que lhe permitiu encontrar o pau-brasil, madeira já conhecida pelos europeus desde a Idade Média e que, até então, era importada do Oriente.
O governo português decidiu explorar a madeira em regime de estanco, ou seja, sua exploração era monopólio do rei. Em 1502, um comerciante português, Fernando de Noronha, conseguiu do rei de Portugal a permissão para explorar a madeira pau-brasil, contanto que fosse entregue a quinta parte de seus lucros à Coroa.
No litoral brasileiro, foram então estabelecidas várias feitorias, locais que serviam como entreposto comercial e como fortaleza para combater os piratas. O pau-brasil passou a ser explorado através do escambo, no qual os indígenas forneciam a mão de obra para o corte e transporte da madeira em troca de pequenos objetos dados pelos portugueses, como panos coloridos, machadinhas, espelhos, etc...
A operação de retirada do pau-brasil abriu um grande mercado para as roupas coloridas tingidas com o pigmento de cor vermelha, a qual – até então – era de uso exclusivo dos reis e nobres, dada a dificuldade de sua obtenção.
A notícia da existência de grande quantidade da madeira no Brasil despertou o interesse principalmente dos franceses.
As sucessivas investidas dos franceses para retirar madeira do litoral brasileiro levaram Portugal a enviar ao Brasil duas expedições guarda-costas, em 1516 e 1526, sob o comando de Cristóvão Jacques. Contudo, devido à extensão do litoral brasileiro, tal medida não foi suficiente para impedir a pirataria francesa, obrigando a Coroa portuguesa a ocupar as terras que lhe cabiam pelo Tratado de Tordesilhas de forma mais efetiva, por meio da colonização.
Assim, o rei de Portugal, D. João III, decidiu enviar uma nova expedição ao Brasil, agora com o objetivo de iniciar o povoamento e a colonização do território.
Comandada por Martim Afonso de Sousa, nobre português, a nova expedição, realizada entre 1530 e 1533, percorreu o litoral visando expulsar os franceses e iniciar a ocupação das novas terras, dividindo-as novamente em lotes para colonos, denominadas sesmarias. A expedição também buscou fundar povoados e dar início à agricultura com a plantação de cana-de-açúcar e trigo.
A expedição chegou inicialmente ao litoral da região onde hoje é o estado de Pernambuco e se dividiu em duas partes: uma seguiu para o norte, até a altura do atual Maranhão; e a outra, rumou para o sul, parando em vários pontos da costa brasileira, até chegar ao rio da Prata.
Durante a viagem de regresso dessa expedição, em 1532, foi fundada a primeira vila na colônia, batizada de Vila de São Vicente, que corresponde a uma parte do atual litoral paulista. O centro colonizador estendeu-se pelo planalto de Piratininga, onde também foi fundada a vila de Santo André da Borda do Campo.
Os primeiros passos para a colonização estavam dados, mas o governo português não possuía condições econômicas para avançar neste processo, optando então em transferir os compromissos com o povoamento e a colonização para donatários, por meio da criação do sistema de capitanias hereditárias.
O território da vila de São Vicente estendia-se do litoral sul do que hoje é o estado de São Paulo até o sul do Rio de Janeiro. Mais tarde, a capitania de São Vicente foi dividida em duas e a parte ao norte se tornou a capitania do Rio de Janeiro, que englobava territórios de São Paulo, Minas Gerais, Góias, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.
Em 25 de janeiro de 1554 teve início a formação da vila de São Paulo, pela iniciativa dos padres jesuítas Manoel da Nóbrega, José de Anchieta, Manoel de Paiva e mais nove religiosos, pertencentes à Companhia de Jesus, com a criação do sítio do Colégio de São Paulo de Piratininga, entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú.
A princípio era apenas um barracão de taipa destinado ao ensino do catecismo e as primeiras letras aos filhos dos colonizadores, situado em um planalto a 760 metros acima do nível do mar. A vila fazia parte da capitania de São Vicente, cujo donatário era Martim Afonso de Sousa, que chegou ao Brasil em 1532 e fundou a vila de São Vicente, que passou a ter um forte, uma capela e um pelourinho. Foram nomeadas algumas autoridades e doadas terras nas redondezas para dar início ao povoamento. A vila não se situava na chamada “costa do Pau-Brasil”, pois a intenção era criar núcleos de ocupação que favorecessem o acesso a possíveis minas de metais preciosos, no interior do continente.

Fundação da Vila de São Vicente - Pintura de Benedito Calixto



CALIXTO, Benedito. Fundação de São Vicente. 1900. Óleo sobre tela, 385 cm x 192 cm. Museu Paulista da USP, São Paulo.


A linha de Tordesilhas, que separava as terras de Portugal e de Espanha, passava na região onde hoje está situada a cidade catarinense de Laguna.
Hoje a cidade de Laguna possui a praça de Tordesilhas, um monumento ao Tratado de Tordesilhas projetado por Wolfgang Ludwig Rau.


Praça de Tordesilhas - Laguna – SC







       

       

        



   



   



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06 - Os símbolos do estado do Rio de Janeiro



Como os demais estados brasileiros, o Rio de Janeiro também possui símbolos oficiais como: a bandeira, o brasão de armas e o hino.
Durante o período do Império no Brasil, a então província do Rio de Janeiro utilizava um pavilhão náutico, bem semelhante à atual, porém sem um brasão e com o retângulo superior esquerdo em azul.
Após a criação do estado do Rio de Janeiro com a constituição de 1891, foi aproveitada a antiga bandeira provincial, com mudança na posição dos quartos azuis e brancos, e com a adição do brasão estadual.
Até 1937, quando o Governo Vargas proibiu simbologias estaduais através da Constituição de 1937, o Rio de Janeiro utilizou bandeira e brasão bastante similares. No ano de 1947, após a edição de nova constituição estadual e a autorização para o uso de símbolos por estados e municípios pela Constituição de 1946, retorna a antiga bandeira a uso, até o ano de 1965.
Em 1965 a atual bandeira do estado do Rio de Janeiro foi instituída. O autor do projeto do brasão e da bandeira foi o Dr. Alberto Rosa Fioravanti, a pedido do então Governador do Estado, o General Paulo Torres.

Bandeira Atual do estado do Rio de Janeiro



Bandeira Atual do estado do Rio de Janeiro


Bandeira do estado do Rio de Janeiro (1891-1937 e 1947-1965)


Bandeira do estado do Rio de Janeiro (1891-1937 e 1947-1965)


Bandeira da Província do Rio de Janeiro




Bandeira da Província do Rio de Janeiro


Brasão de armas do Estado do Rio de Janeiro


O Brasão do Estado do Rio de Janeiro foi criado a pedido do então governador do estado, o general Paulo Torres, no ano de 1963 e, posteriormente, revisado, em 1965. O autor da revisão foi Alberto Rosa Fioravanti.
O brasão de armas tem a forma tradicional dos escudos adotados pelo clero, oval – simbolizando os anseios cristãos do povo fluminense – cortado. A primeira seção, ocupando a metade superior, é azul, representando o céu e simbolizando a justiça, a verdade e a lealdade, com a silhueta da Serra dos Órgãos, destacando-se o pico Dedo de Deus; a segunda seção, ocupando um quarto da altura do escudo, é verde, representando a Baixada Fluminense; e a terceira seção, ocupando a quarta parte inferior, é, novamente, azul, lembrando o mar de suas praias.
O escudo é circundado por uma corda de ouro, simbolizando a união dos fluminenses.
Uma águia de cor natural, com asas abertas, na atitude de alçar voo, representando o governo forte, honesto e justo, portador de mensagem de confiança e de esperança aos mais longínquos rincões de nosso estado; assente em um escudo redondo de azul, faixado e orlado de prata, respectivamente com as inscrições: "9 de abril de 1892", que figura na faixa, lembrando a promulgação da primeira constituição do estado do Rio de Janeiro e Recte Rempublican Gerere ("gerir a situação pública com retidão"), incluída na orla, traduzindo a preocupação constante do homem público do nosso estado e coroado de uma estrela de 5 pontas de prata, representando a capital.
Como apoios, uma haste de cana e um ramo de cafeeiro frutado, de cor natural, colocados, respectivamente, à esquerda e à direita do escudo, representando os principais produtos da terra.
Um listel de prata com a inscrição – "ESTADO do RIO de JANEIRO", em negro.
O timbre e a estrela Beta Crucis, de prata, representante do Estado do Rio, na Bandeira Nacional.
O brasão de armas é um símbolo usado também em documentos, como papéis de expediente das repartições públicas, e em edifícios públicos, como, por exemplo, no quartel da Polícia Militar e na residência oficial do governador.

Brasão de armas do Estado do Rio de Janeiro



Brasão de armas do Estado do Rio de Janeiro


Hino do estado do Rio de Janeiro


O Hino do Estado do Rio de Janeiro, intitulado Hino 15 de Novembro, foi composto em 1889 pelo maestro da banda da Força Militar do Estado do Rio de Janeiro, João Elias da Cunha, e oferecido ao primeiro Governador após da proclamação da República, Dr. Francisco Portela, por ele. A letra do hino é do poeta fluminense Antônio José Soares de Souza Júnior. Foi instituído como hino oficial em 29 de dezembro do mesmo ano.

Fluminenses, avante, marchemos!
Às conquistas da paz, povo nobre!
Somos livres, alegres brademos
Que uma livre bandeira nos cobre!
Fluminenses, eia, alerta!
Ódio eterno à escravidão!
Que a pátria enfim liberta
Brilha à luz da redenção!
Nesta Pátria, de amor áureo templo,
Cantam hinos a Deus nossas almas;
Veja o mundo surpreso este exemplo
De vitória entre flores e palmas.
Fluminenses, eia, alerta!
Ódio eterno à escravidão!
Que a pátria enfim liberta
Brilha à luz da redenção!
Nunca mais, nunca mais nesta terra
Virão cetros mostrar falsos brilhos.
Neste solo que encantos encerra
Livre pátria terão nossos filhos.
Fluminenses, eia, alerta!
Ódio eterno à escravidão!
Que a pátria enfim liberta
Brilha à luz da redenção!
Ao cantar delirante dos hinos
Essa noite, dos tronos nascida
Deste sol, aos clarões diamantinos,
Fugirá, sempre, sempre, vencida.
Fluminenses, eia, alerta!
Ódio eterno à escravidão!
Que a pátria enfim liberta
Brilha à luz da redenção!
Nossos peitos serão baluartes
em defesa da Pátria gigante
Seja o lema do nosso estandarte
Paz e amor! Fluminenses, avante!


       

       



       

          



   



   



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